Iniciativa desloca 100 rinocerontes para diminuir caça ilegal na África do Sul

Nativos da África e tão perigoso quanto os demais big five (leão, leopardo, elefante, rinoceronte e búfalo), o rinoceronte também é uma das espécies mais raras e ameaças de extinção. Os números são preocupantes, sobretudo na África do Sul, onde esses animais são caçados ilegalmente. Só em 2014, foram mortos 1215, contra 668 em 2012. A matança se deve principalmente aos seus valiosos chifres, que, acredita-se, têm propriedades medicinais, místicas e ainda representam símbolo de riqueza.

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Para conter a caça ilegal na África do Sul, grupos de preservação animal, órgãos governamentais africanos e lodges privados uniram forças para transportar em segurança cerca de 100 rinocerontes para um refúgio em Botswana. O país foi escolhido pelo fato de oferecer a possibilidade de um excelente sistema de segurança para proteger espécies em risco de extinção.

A Teresa Perez apoia os projetos de conservação, que oferecem aos amantes dos animais uma oportunidade única: a participação ativa no safári de captura dos dez primeiros rinocerontes, que serão transferidos a seus novos lares no final de fevereiro de 2015. O safári será acompanhado por especialistas e cineastas que irão registrar os “bastidores” da complexa operação.  Também, é possível participar de forma menos ativa se hospedando em alguns lodges participantes ao longo deste ano.

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A África do Sul é lar das espécies negra e branca. O grupo de conservação Save the Rhino estima que existam em torno de 25 mil rinocerontes africanos em todo o mundo, a maioria deles no país. Em lugares como a Zâmbia, por exemplo, os rinocerontes-brancos já foram extintos, enquanto no Quênia, o negro é a principal espécie ameaçada.

O deslocamento é fundamental para assegurar a sobrevivência contínua desses animais. Mas mais do que isso, o projeto visa protegê-las para que as futuras gerações tenham chance de conhecê-los. Todos os rinocerontes transportados serão identificados e receberão um microchip para fins de pesquisa e monitoramento.rhino

Para mais informações, envie um e-mail para info@teresaperez.com.br

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