12ª Bienal de Lyon investiga a narrativa na arte

Obra Prototype de paradis, 2013, Fabrice Hyber (França).

Obra Prototype de paradis, 2013, Fabrice Hyber (França).

Enquanto isso… De repente, e Depois. A frase até parece que faz parte de uma história, mas na verdade trata-se do título da 12ª Bienal de Lyon, na França, que começa hoje e vai até 14 de janeiro de 2014.

Desde a primeira bienal da cidade, em 1991, o diretor artístico Thierry Rapail pede aos curadores que pensem em uma palavra-chave que estabeleça uma conexão entre o campo artístico e interpretações da sociedade. Em 1991 o tema foi História; em 1997, Global; 2003, Temporalidade; e em 2009, Transmissão. Em 2013, o termo escolhido foi Narrativa.

E é com ares de literatura que a atual edição analisa os dispositivos da narrativa na arte contemporânea. A mostra vai investigar essa “contação de história” em diversos campos artísticos, bem como o uso de diferentes materiais e técnicas. Assim, a exposição conta com esculturas, pinturas, imagens fixas e animadas, textos, sons, instalações e performances.

Para a mostra foram convidados 70 artistas de 21 países , e o Brasil estará representado por Gustavo Speridião, Jonathas de Andrade, Thiago Martins de Melo, Paulo Nazareth e Paulo Nimer.

Obra: Tupinambás, Léguas e Nagôs guiam a libertação de Pindorama das garras da quimera de Mammón (2013), de Thiago Martins de Melo.

Obra: Tupinambás, Léguas e Nagôs guiam a libertação de Pindorama das garras da quimera de Mammón, 2013, de Thiago Martins de Melo.

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