O emblemático Edinburgh Military Tattoo, na Escócia

Foto: The Royal Edinburgh Military Tattoo

Foto: The Royal Edinburgh Military Tattoo

Testemunha da História há quase mil anos, o Castelo de Edimburgo ainda reina majestoso, no topo de uma colina, no horizonte da capital escocesa. No passado, serviu de prisão, fortaleza e palácio real. Hoje, guarda as joias da coroa escocesa e a Pedra da Coroação – que é levada a Londres para que, sobre ela, os reis britânicos sejam coroados.

É lá também que anualmente acontece o The Royal Edinburgh Military Tattoo – a maior exibição internacional de música militar do mundo! Durante três semanas de agosto, o castelo ecoa o som de gaitas de fole e tambores de bandas marciais militares, que vêm de todos os cantos do globo para fazer um grandioso espetáculo. Dançarinos, desfiles e impressionantes shows de fogos de artifícios também compõem esse que é um dos maiores eventos da Escócia.

Neste ano, o festival acontece entre os dias 2 e 24 de agosto e também celebra o Ano Natural da Escócia, que exalta as impressionantes paisagens naturais do país.

Foto: The Royal Edinburgh Military Tattoo

Foto: The Royal Edinburgh Military Tattoo

Um pouco de história…

O Military Tattoo, que teve início em 1949, é uma representação da prática que se tornou comum durante a Guerra de Sucessão Austríaca: quando os exércitos hospedavam em alguma cidade, uma banda com gaitas e tambores passava pelas tabernas todas as noites, avisando os proprietários que já era hora de fechar as torneiras dos barris e parar de servir cerveja, pois os soldados deveriam se retirar para seus alojamentos. Mais tarde, no século 18, o hábito não só sinalizava o último dever do dia, como também era uma forma de entretenimento noturno para as tropas.

Mas por que “Tattoo”? 

A primeira vez que o exército britânico teve contato com uma banda militar foi em Flandres, na Bélgica. Lá, os soldados holandeses passavam pelas tabernas e anunciavam o fim do dia batendo tambores e bradando a expressão “tap toe”, que significa “fechar a torneira”. Desse termo surgiu a palavra “tatto”, incorporada então pelas tropas britânicas.

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