Semana Honeymooners: Brasil e México

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Praia do Forte, Bahia.

Em diversas culturas, o encontro entre duas pessoas e a história de amor nascida deste momento é por vezes tão marcante que extrapola o limite da intimidade, ganhando o mundo. São relatos que ecoam por gerações no imaginário de todos nós. Lindas e muitas vezes cheias de percalços, são especiais únicas em cada relato, mas todas têm em comum o principal: o poder transformador do amor.

Como maio é o mês das noivas, selecionamos algumas das mais emocionantes histórias do The Traveller Honeymooners — com desfechos felizes ou dramáticos, algumas famosas, outras ainda pouco conhecidas, elas são a inspiração da nossa equipe na hora de escolher o destino ideal para um romântico roteiro a dois.

Confira!

Romance passado a limpo [Brasil]

textos

O mais belo romance de Jorge Amado um dos maiores escritores que o Brasil já teve –, na verdade, foi escrito fora das páginas de suas obras. Foi com a companheira de quase seis décadas, a também escritora Zélia Gattai, que o baiano escreveu uma história de amor marcada por extrema cumplicidadecompanheirismo e devoção.

Conheceram-se em 1945 e, poucos meses depois, já dividiam o mesmo teto. Entusiasta das obras do marido, Zélia abraçou o trabalho do companheiro como se fosse seu próprio ofício. Era ela quem revisava e passava a limpo na máquina de escrever os textos de Jorge Amado. Nutriram grande amor um pelo outro e foram responsáveis por alguns dos maiores clássicos da literatura brasileira.

México de amor e de arte

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Quando a estudante de artes Frida Khalo, 22 anos, foi ao encontro do renomado pintor Diego Rivera – 21 anos mais velho – para receber críticas a respeito de seus quadros, não imaginava que encontraria também o amor. Casaram-se pouco tempo depois do primeiro contato, em 1929, mesmo contra a vontade dos pais da artista.

Dividindo o mesmo amor pela arte e pela política, os dois embarcaram em um romance – inspiração para inúmeras obras da pintora e cartas de amor arrebatadoras. Em uma delas, Frida jura que perder Rivera “seria como perder a própria pele”. Separaram-se por um curto período e uniram-se novamente sem nunca mais deixar um ao outro, até a artista morrer, em 1954, nos braços de seu amor.

Acesse www.teresaperez.com.br e conheça outras histórias do The Traveller Honeymooners!

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